Archive for the ‘Dia a dia’ Category
O papel mais popular que existe na cozinha tem mais utilidade do que apenas ir ao forno. Nós, do Arteblog vamos ensinar outras 10 utilizações para esse material.
Afiar tesoura e faca – O papel alumínio pode ajudar você a recuperar aquela tesoura ‘cega’ que há tempos está jogada de lado. Pegue um pedaço de papel, amasse e use a tesoura para cortar o papel. Repita o processo até 10 vezes, sua tesoura ou faca irá cortar tudo.
Adeus goteira – Apareceu uma goteira e não tem como arrumar no momento? Cubra o furo com papel alumínio. Como ele é impermeável e moldável, irá segurar se a chuva chegar
.
Sem cheiro forte na geladeira – Ninguém gosta de abrir a geladeira e sentir aquele cheiro forte da cebola que não foi usada, não é? Então cubra a cebola com filme plástico e depois com uma folha de papel alumínio. Além do cheiro não sair, a cebola ficar manterá sua umidade como se tivesse sido cortada no ato que for usar.
Economize ferro – Quer economizar ferro de passar, energia e suas mãos? Cubra a mesa de passar roupa com papel alumínio deixando a parte brilhante para cima. Por cima do papel coloque um lençol ou tecido de algodão. O alumínio irá refletir o calor e só de passar um lado da roupa o outro já ficará liso também.
Sem veda-rosca – o parafuso ou a porca não estão bem encaixados? Enrole papel alumínio. Ele fará a pressão necessária para que fique tudo bem preso.
Achamos a resposta – Se você, como muitas pessoas, sempre se pergunta qual o lado do papel alumínio que se deve deixar em contato com os alimentos que vão ao forno, não se preocupe mais! Nós achamos a resposta! O lado correto é o lado mais brilhante por ser também a parte mais lisa. Assim a carne não irá grudar e tudo ficará bem assado.
Na maior limpeza – Pouca gente usa mas o papel alumínio realmente serve como um ótimo protetor de sujeira no forno e no fogão. Forre o forno e fogão com ele sempre que for assar, fritar ou fazer algo que possa sujá-lo.
Fruta fora da geladeira durando muito tempo – O papel alumínio conserva a umidade natural das frutas, então se não quer mante-las dentro da geladeira você pode envolve-las em papel alumínio que sua duração será tanto quanto se elas estivessem na refrigeração.
Limpa sujeira difícil – Grudou no fundo da panela ou na assadeira e não sai? Amasse um pedaço de papel alumínio e esfregue. A sujeira irá se soltar com facilidade.
Cone multiuso – Precisa de um funil ou mesmo de um saco para confeitar? Faça com o papel alumínio. Ele é moldável e impermeável, assim ganha qualquer formato e não suja suas mãos.


Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se “Iqueia” ou “I quê à”? E é “o” IKEA ou “a” IKEA”?
São ambiguidades que me deixam indisposto.
Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me.
E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no “I quê à”, quando, para eles, é evidente que estou na “Iqueia”.
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais.
Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro.
O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos.
É uma espécie de Lego para adultos.
Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos.
O que digo é que não são móveis.
Na altura em que os compramos, são um puzzle.
A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros.
Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta.
Achei que combinava bem com a minha personalidade.
Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora.
Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.
É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil.
Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira.
Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto.
Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria.
Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho.
Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem.
Idiossincrasias do comércio moderno.
Que fazer, então?
Cada cliente terá o seu modo de reagir.
O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro.
E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.
Ricardo Araújo Pereira in Visão


Você já reparou o quanto as pessoas falam dos outros? Falam de tudo.
Da moral, do comportamento, dos sentimentos, das reações, dos medos, das imperfeições, dos erros, das criancices, ranzinzices, chatices, mesmices, grandezas, feitos, espantos.
Sobretudo falam do comportamento.
E falam porque supõem saber.
Mas não sabem.Porque jamais foram capazes de sentir como o outro sente.
Se sentissem não falariam.
Só pode falar da dor de perder um filho, um pai que já perdeu, ou a mãe já ferida por tal amputação de vida.
Dou esse exemplo extremo porque ele ilustra melhor.
As pessoas falam da reação das outras e do comportamento delas quase sempre sem jamais terem sentido o que elas sentiram.
Mas sentir o que o outro sente não significa sentir por ele.
Isso é masoquismo.
Significa perceber o que ele sente e ser suficientemente forte para ajudá-lo exatamente pela capacidade de não se contaminar com o que o machucou.
Se nos deixarmos contaminar (fecundar?) pelo sentimento que o outro está sentindo, como teremos forças para ajudá-lo?
Só quem já foi capaz de sentir os muitos sentimentos do mundo é capaz de saber algo sobre as outras pessoas e aceitá-las, com tolerância.
Sentir os muitos sentimentos do mundo não é ser uma caixa de sofrimentos.
Isso é ser infeliz.
Sentir os muitos sentimentos do mundo é abrir-se a qualquer forma de sentimento.
É analisá-los interiormente, deixar todos os sentimentos de que somos dotados fluir sem barreiras, sem medos, os maus, os bons, os pérfidos, os sórdidos, os baixos, os elevados, os mais puros, os melhores, os santos.
Só quem deixou fluir sem barreiras, medos e defesas todos os próprios sentimentos, pode sabê-los, de senti-los no próximo.
Espere florescer a árvore do próprio sentimento.
Vivendo, aceitando as podas da realidade e se possível fecundando.
A verdade é que só sabemos o que já sentimos.
Podemos intuir, perceber, atinar; podemos até, conhecer. Mas saber jamais.
Só se sabe aquilo que já se sentiu.


A editora de moda americana Charla Krupp ensina como mulheres com mais de 40 anos podem se parecer mais jovens. Para ela, a vaidade é uma necessidade para a mulher se manter no mercado de trabalho.
A pedido de ÉPOCA, ela selecionou alguns dos conselhos de seu livro para ajudar as leitoras a se parecem cinco quilos mais magras, 10 anos mais novas e 10 vezes melhores.
Batom – “Abandone o vermelho”, aconselha Charla. Após os 40 anos, as maquiagens devem ser claras. Batons escuros envelhecem o rosto e deixam a expressão triste. “Podem deixá-la igual à Cruela Cruel”, diz. Cores carregadas, além de causar a impressão de afinamento dos lábios, deixam as rachaduras mais evidentes. Utilize o rosa e outros tons claros, que dão um ar jovem e tornam os lábios mais grossos. Você também deve ter à mão sempre um brilho, porque eles iluminam o rosto. Outra dica é não contornar a boca toda com lápis escuro. Use-o apenas em lugares que precisam ser realçados.
Cabelo – Cuidar do cabelo é a primeira atitude para quem quer parecer mais jovem. “Se você tiver dinheiro para melhorar apenas uma coisa, que sejam os cabelos”, diz. O primeiro passo é adotar franjas. Elas emolduram o rosto e dão um ar delicado à expressão. Como os cabelos ficam mais finos à medida que as pessoas envelhecem, o ideal é fazer cortes e usar produtos que dêem volume aos cabelos. No pior das hipóteses, pode-se consultar o dermatologista para saber se precisa de algum tratamento contra a calvície. Resolvido o problema do corte e do volume, pinte-os, se forem grisalhos, ou clareie as madeixas, se forem muito escuras. “Um dos truques para se parecer mais jovem é usar tons claros, e no cabelo isso é mais que comprovado”. Abuse do castanho, faça luzes. “Cabelos pintados são como maquiagem que você nunca tira”, ensina a especialista.
Unhas – Para quem tem mais de 40 anos a recomendação é ter as unhas das mãos curtas e em tons claros. Charla acredita que cores escuras envelhecem as mulheres. “Para as meninas, cores escuras são bonitas, mas se você não é mais uma, use um bege ou um tom de rosa muito claro”.
Já unhas compridas compõem um visual antigo. Além do trabalho que dá mantê-las limpas e pintadas, unhas compridas são um indicativo de que suas donas não trabalham muito. “Não combinam com o dinamismo da mulher moderna, que trabalha, mexe com computadores, cuida dos filhos e tem suas atividades domésticas”. Para as unhas dos pés, siga as tendências: cores escuras são liberadas.
Óculos – É uma das mudanças mais simples de fazer e tem resultados excelentes. Como os óculos são a primeira coisa a ser notada no rosto eles realmente têm o poder de indicar o quão velha você quer aparecer. Uma armação retangular em plástico ou casco de tartaruga é muito moderna. As hastes também devem ser grossas. Armações clássicas não mostram estilo, explica Charla, apenas denunciam sua idade.
Sapatos – O salto alto é indispensável. Ele faz você parecer mais alta, além de deixar sua postura mais ereta. Mais que isso, eles são sexy. Os saltos não precisam ser necessariamente agulha. O conselho é se condicionar a usá-los nos contextos essenciais. “Nem que seja para calçá-los na entrada do restaurante e tirá-los logo na saída. Não existe nada mais velho que sapatinhos feios, mas confortáveis”.
Pele – Uma pele bonita é fundamental para parecer mais jovem. Um bom sabonete esfoliante não é necessariamente caro e é um dos cuidados fundamentais para o rejuvenescimento. Charla recomenda esfoliar a pele, especialmente a do rosto, de uma a duas vezes por semana. Para encobrir as imperfeições, o segredo é usar pouca base, justamente o oposto do que as mulheres geralmente fazem. À medida que envelhecem, as mulheres tendem a usar mais maquiagem. “O segredo é passar pouco, até obter um brilho suave”. Se a pele é boa, um leve toque é suficiente. “O excesso de base é uma prova
evidente de que o rosto tem muitos sinais a esconder”.
Para parecer mais magra – O truque para aparentar cinco quilos a menos é acertar na roupa íntima. Charla se diz uma entusiasta de bermudas e tops modeladores, que são peças usadas por baixo da roupa e que deixam o corpo mais magro e firme. “São ótimos para levantar os seios, comprimir a barriga e arrebitar o bumbum”, diz. Além disso, não marcam a roupa. Um ponto em que ela se diz fã das brasileiras é em relação às calcinhas. “Gosto de calcinhas pequenas, tanguinhas. Além do efeito estético, elas têm um poder psicológico poderoso”, diz. “Ninguém se sente sexy com calcinhas de vovós. Sua capacidade de se sentir sexy está extremamente ligada à sua confiança, em todos os aspectos”.
Para levantar os seios – Charla estima que 80% das mulheres usam o sutiã errado. Ela ensina uma técnica para achar o sutiã ideal. Deve-se dobrar os cotovelos formando um ângulo de 90º. A melhor posição é colocar o sutiã no meio do caminho entre a ponta do cotovelo e o ombro. A especialista diz que não existe um modelo ideal porque cada mulher tem suas medidas, mas se ela conseguir ajustar o sutiã neste ponto, os seios ficarão turbinados e a silhueta, mais fina.
Mostre as pernas – A exposição das pernas na medida certa passa uma impressão jovem. Charla é taxativa: jogue fora as meia-calças no tom da pele. Elas dão um tom artificial e antigo às pernas. Se não puder deixá-las de fora, invista nas meias arrastão e nas meias opacas, que chamam menos atenção.
Guarda-roupa – Charla não perdoa. Se você tem um terninho de grife e acha que vai arrasar de elegante com ele, ela joga um banho de água fria nas suas expectativas. Para a especialista, esse look tradicional envelhece até as mais enxutas. Ela não recomenda nenhuma roupa que combine todas as suas peças. Esqueça os tailleurs. Nada de tom sobre tom. Moderno e elegante, na sua visão, é abusar dos contrastes. Uma dica são os vestidos com jaquetinhas para completar o visual.
Charla não prega que as mulheres sejam macérrimas. “Aceite seu físico, mas tente lidar com os excessos”. Use roupas que modelem seu corpo e não que o façam parecer maior do que é. Roupas muito justas deixam imperfeições muito aparentes, mas roupas largas farão você parecer maior. Uma boa dica é usar uma bata ajustada ao corpo com calças skinny (retas em relação à perna) por baixo. Outra sugestão é um vestido com corte em A, que dá um visual nem tão justo, nem tão largo. Quando você for sair, use, no máximo, três peças brilhantes. Não use um vestido brilhante, um colar brilhante, uma bolsa brilhante, brincos brilhantes. Você pode usar um brinco, o vestido e o sapato, por exemplo.
Cirurgia Plástica – “Não gosto de plásticas. Em excesso, envelhecem. Se você quer parecer uma mulher de 60 anos, faça um lift no rosto”, diz a especialista. O risco são as operações mal feitas, cujo resultado pode ser uma pele rígida e esticada.
“Um rosto com plástica passa a idéia de que você é velha o suficiente para ter de recorrer a este tipo de cirurgia”. Charla agradece por viver em uma época em que os avanços cosméticos são capazes de reduzir as rugas em 48 horas. “O botox é um grande amigo, se não for utilizado em exagero”.
Existem também outros procedimentos, como a injeção de colágeno, ácido hialurônico e até mesmo gordura humana. Apesar de se dizer fã desses recursos, Charla recomenda cautela na hora de procurar um médico. “É preciso saber que esses procedimentos não impedem o envelhecimento, mas os resultados podem ser muito bons”.

Sem nenhum tropeço posso escrever o que
quiser sem ele, pois rico é o português e fértil
em recursos diversos, tudo isso permitindo
mesmo o que de início, e somente de início,
se pode ter como impossível.
Pode dizer-se tudo, com sentido completo,
como se isso fosse mero ovo de Colombo,
desde que se tente. Sem se inibir, pode muito
bem o leitor empreender este belo exercício
dentro do nosso fecundo e peregrino dizer
português, puríssimo instrumento dos nossos
melhores escritores e mestres do verso,
instrumento que nos legou monumentos
dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis resolvem-se com sinónimos.
Observe-se bem: é certo que, em se
querendo, esgrime-se sem limites com este
divertimento instrutivo.
Brinque-se mesmo com tudo.
É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o
que quisermos sem o “E” ou sem o “I” ou sem o “O” e,
conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro,
discorrendo livremente, por exemplo sem o “P”, “R” ou
“F”, o que quiser escolher. Podemos, em corrente estilo,
repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos,
com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe,
escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro
inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.
Porém, mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis,
muito e muito se prossegue do mesmo modo,
discorrendo sobre o objecto escolhido, sem
impedimentos.
Deploro sempre ver moços deste século
inconscientemente esquecerem e oprimirem hoje o
nosso português, culto e belo, querendo substituí-lo pelo
inglês. Porquê?
Cultivemos o nosso polifónico e fecundo verbo, doce e
melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos
estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e
de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, oh moços estudiosos,
escritores e professores!
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um
povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos
estéticos, púgil, de heróis e de nobres descobridores de
mundos novos!”
Autor: Desconhecido.

De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.


Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão a venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closets recheados de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro importado.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas,nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem. Lembre-se que o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz.


Use esse poderoso ingrediente na faxina e livre-se de produtos perigosos. Incrível como gastamos dinheiro com produtos de limpeza, não é mesmo?
Mas saiba que isso pode ser diferente. Basta conhecer as utilidades de um ingrediente simples da cozinha: o vinagre branco. Ele pode ser aplicado na faxina da casa.
Reunimos algumas dicas de uso do vinagre na limpeza de paredes, armários e até de panelas. Além de ficar livre de produtos tóxicos (*), você irá eliminar odores, desinfetar e lustrar com facilidade. E por um custo bem menor do que o dos limpadores comuns.
PAREDES:
Faça uma solução de vinagre e água morna em partes iguais. Aplique-a sobre riscos de lápis e marcas espalhadas pelas paredes. Esfregue o local com um pano macio até que as manchas desapareçam.
ARMÁRIOS:
Para eliminar o odor de mofo, esvazie os compartimentos e deixe pernoitar, dentro do móvel, uma bacia ou assadeira com vinagre branco puro. Em seguida, passe um pano embebido nesse líquido.
ODORES DE ANIMAIS:
Para eliminar o cheiro de urina e fezes dos bichos de estimação, remova a parte sólida dos resíduos. Em seguida, aplique uma solução de dois terços de água morna e um terço de vinagre branco. Logo depois, aplique um pouco de vinagre puro sobre o local e deixe secar naturalmente.
BANHEIRO:
Remova o mofo do rejunte dos azulejos aplicando uma boa quantidade de vinagre branco puro com uma escova de dente velha. Deixe-o agir por duas horas e, depois, lave a superfície com água e sabão. Para esfregar registros e as peças de louça, use uma esponja macia embebida numa solução (meio a meio) de água e vinagre.
LAVANDERIA:
Coloque num borrifador a mesma quantidade de água e vinagre branco. Aplique sobre manchas nas roupas antes de colocá-las na máquina. Para aumentar o poder de limpeza do seu sabão em pó, espere a máquina de lavar encher e adicione à água uma xícara de chá de vinagre puro. Depois, deixe lavar normalmente.
COZINHA:
Esqueceu a panela no fogo? Para retirar resíduos queimados do fundo de panelas e frigideiras, encha-as de água e adicione 4 colheres (sopa) de vinagre branco. Leve ao fogo e deixe ferver. Espere esfriar e lave normalmente.
Mais benefícios do vinagre na cozinha:
· Para desinfetar a máquina de lavar louças, dê um ciclo de pré-lavar com uma xícara (chá) de vinagre.
· Para deixar os copos de vidro brilhantes, deixe-os de molho numa bacia com água e gotas de vinagre branco. Depois, lave-os com detergente.
· Para deixar o fogão novinho em folha após fazer frituras, deixe um pouco de vinagre sobre a gordura 15 minutos antes de começar a limpeza.
SUGESTÃO: AO LAVAR TOALHAS DE BANHO NA MÁQUINA, SUBSTITUA O AMACIANTE POR VINAGRE.
(*) Lavar as mãos com vinagre para anular a ação da soda cáustica. É ensinado para quem trabalha com a substância.
Tenho um amigo médico, especialista em doenças respiratórias, que condena o uso de amaciante, desinfetante e alvejante; principalmente quando há bebês, crianças ou adolescentes em casa. Recomenda sempre o uso do vinagre branco.

Inscrições abertas
Novo Curso de Formação para Homens
OBJECTIVO PEDAGÓGICO
Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência – o cérebro.
4 MÓDULOS
Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1. Aprender a viver sem a mãe (2.000 h)
2. A minha mulher não é a minha mãe (350 h)
3. Entender que o facto de a selecção não se classificar para o Mundial não é significado de Morte (500 h)
Módulo 2: Vida a dois
1. Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe as suas amigas (500 h)
2. Superar o síndrome ‘ o controle remoto é meu’ (550 h)
3. Não urinar fora da sanita ( 1.000 h – exercícios práticos em vídeo)
4. Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário (800 h)
5. Como chegar ao cesto de roupa suja (500 h)
6. Como sobreviver a uma constipação sem agonizar (450 h)
Módulo 3: Tempo livre
1. Passar uma camisa em menos de duas horas (exercícios práticos)
2. Beber cerveja sem arrotar, quando se está à mesa (exercícios práticos)
Módulo 4: Curso de cozinha
1. Nível 1 (principiantes – os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2. Nível 2 (avançado) – ferver a água antes de por a massa
CURSOS COMPLEMENTARES:
POR RAZÕES DE DIFICULDADE , COMPLEXIDADE E ENTENDIMENTO DOS TEMAS , OS CURSOS TERÃO NO MÁXIMO 3 ALUNOS.
1. A electricidade e eu: vantagens económicas de contar com um técnico competente para fazer reparações;
2. Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade (práticas em laboratório);
3. Porque não é crime oferecer flores, embora já tenha se casado com ela;
4. O rolo de papel higiénico: Ele nasce ao lado da sanita? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5. Como baixar a tampa da sanita, passo a passo (teleconferência);
6. Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais (exercícios de reflexão em conjunto);
7. Os homens quando conduzem, podem, SIM, pedir informações sem se perderem ou correrem o risco de parecerem impotentes (testemunhos);
8. O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa;
9. A máquina da roupa: esse grande mistério!
10. Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão (exercícios com musicoterapia);
11. A chávena de café: ela levita, indo da mesa ao lava-loiça? (exercícios Dirigidos por Mister M).











