Archive for the ‘Mensagens Espíritas’ Category

As lágrimas são secreções provocadas pelas emoções que, por sua vez, desenvolvem os sentimentos. Podeis notar que a mulher, quase de um modo geral, desprende lágrimas com mais facilidade, pois suas emoções se encontram à flor da pele. São mais impressionáveis, visto que são mais sensíveis.
Há muitos estudiosos que dividem as lágrimas em várias temáticas, como: lágrimas expulsas pelo ódio, lágrimas afloradas pela alegria, lágrimas adivindas da esperança, lágrimas libertadas pela dor, pérolas lacrimais convidadas ao passeio facial pelo amor… Mas, na verdade, todos esses aspectos são aparentes. Elas surgem do impulso do amor e, compondo o microcórrego dentro de nós, têm as mesmas funções dos rios que servem à limpeza pública. As lágrimas libertam as energias inferiores presas em vários pontos do corpo, afrouxam o sistema nervoso e tranquilizam o coração.
Chorar, na sua feição verdadeira, é descarregar a tensão psíquico-orgânica, dando vazão ao espírito e a novas e acertadas atitudes.
Se alguém vos ofendeu sem que sejais culpado na presente existência, lembrai-vos de que já tivestes várias reencarnações, e que a ofensa pode ser cobrança do passado. Se tendes vontade de chorar por isso, chorai sem escândalos.
Entrai no vosso aposento e descarregai as energias inferiores, secretamente, que essa é uma oportunidade de ficardes livres de leves faltas
anteriores. As lágrimas, nessa hora, são as misericórdias ou veículos de limpeza da vossa consciência.
O muro das lamentações dos judeus é um grande estímulo aos sentimentos: processo rude, mas evolutivo, das qualidades dormitantes do coração. E esses judeus reencarnaram com profusão em Portugal, mostrando-se o povo mais sensível do planeta à dor alheia, que o Brasil, por assim dizer, herdou dos lusos, pelo cruzamento das raças. Os campos santos, os hospitais são forças que desatam lágrimas, liberando, igualmente, o amor.
Os artistas são pessoas de grande sensibilidade, pois eles exercitam a memória dos sentimentos, como dizeis, para que as lágrimas fluam nas horas que se lhes apraz. E esse domínio leva-os a certa grandeza espiritual, pelo amor. Há também as lágrimas de defesa, quando o ofendido é a parte mais fraca, como as mulheres e crianças. Se assim se pode falar, é o choro-socorro, que desperta a compaixão. No entanto, é bom que entendais que a vigilância deve estar presente no combate ao fanatismo, já que muita gente chora exageradamente em muitas metrópoles, para que alguém lhes dê dinheiro.
São os profissionais que exploram os sentimentos dos outros. De qualquer forma, é uma arte, cuja atividade, com o tempo, cura o abuso. Nada se perde no mundo, nem as lágrimas que molham as faces dos encharcados no vício e dos ladrões dos sentimentos.
Se o infortúnio vos visitou e algo vos oprime o peito, chorai, meu irmão, sem que os outros se incomodem com os vossos pesares. Se a vida vos sobrecarregou com pesados fardos nesta existência, e vos sentis fracos para a caminhada, fazei como a criança quando repreendida pelos pais. Chorai com elegância, que os pais espirituais aproximar-se-ão de vós, pela vossa humildade, desfazendo-se em misericórdia e carinho, de sorte e vos levantar.
As lágrimas, quando derramadas na hora certa, são preces silenciosas que vibram mais alto que qualquer palavra. É o coração que fala, pelos canais da sensibilidade. Os espíritos superiores também choram, sob a influência do amor. Em tudo isso, não devemos nos esquecer do bom senso que regula a vida e nos mostra a felicidade.
Quando as lágrimas são santificadas pelos sentimentos, elas computam forças, enviando estímulos a todas as glândulas, principalmente às endócrinas, que segregam hormônios compatíveis com as necessidades do campo fisiológico. E, se a mente for adestrada dentro dessa verdade, podereis ajudar essa maravilhosa química pela vontade, alcançando mais depressa a paz e a saúde.
“Horizontes da Mente”
João Nunes Maia
Espírito Miramez


Os caprichos da moda!
As criaturas engendram tormentos nos quais tombam de forma leviana e lamentável.
Dentre outros, assoma o que se refere à moda.
Versatilidade no vestir e calçar, variedade para usar.
Armários abarrotados e as pessoas lamentando-se ausência de trajes condignos para este ou aquele evento.
Noites insones por causa de um modelo; preocupações exageradas para a aquisição de uma indumentária.
Roupa exclusiva para causar sensação ou extravagante para chamar a atenção.
A vacuidade inspira formas de automaceração e de realização em disfarces de trapos de alto custo,
que logo perde o sentido.
Não são poucas as criaturas que se consideram infelizes por causa da moda, que as impede de estar em dia
com os figurinos e os lançamentos últimos.
…E são portadoras de apenas um corpo.
Veste-te para que te sintas asseado e confortável na tua roupa.
Se for factível usar o que ora é aceito, fica à vontade para fazê-lo.
Se não puderes acompanhar os lançamentos, usa da simplicidade e veste o que te seja possível, sem tormento
nem angústia.
Na maioria das vezes, ninguém nota como estás vestido, exceto quando chamas a tenção pela originalidade,
pelo inusitado…
O invólucro ajuda, porém, o importante mesmo é o produto que ele reveste.
Excesso, em moda, jamais!
Episódios Diários
Divaldo P. Franco
Joanna de Ângelis


Diante da perplexidade dos ouvintes, falou Jesus, convincente:
— Em verdade, é muito difícil vencer os aflitivos cuidados da vida humana. Para onde se
voltem nossos olhos, encontramos a guerra, a incompreensão, a injustiça e o sofrimento. NoTemplo, que é o Lar do Senhor, comparecem o orgulho e a vaidade nos ricos, o ódio e a revoltanos pobres. Nem sempre é possível trazer o coração puro e limpo, como seria de desejar,porque há espinheiros, lamaçais e serpentes que nos rodeiam. Entretanto, a idéia do Reino Divinoé assim como a semente minúscula do trigo. Quase imperceptível é lançada à terra, suportando-lhe o peso e os detritos, mas, se germina, a pressão e as impurezas do solo não lhe paralisama marcha. Atravessa o chão escuro e, embora dele retire em grande parte o próprio alimento,o seu impulso de procurar a luz de cima é dominante. Desde então, haja sol ou chuva,faça dia ou noite, trabalha sem cessar no próprio crescimento e, nessa ânsia de subir, frutificapara o bem de todos. O aprendiz que sentiu a felicidade do avivamento interior, qual ocorre àsemente de trigo, observa que longas raízes o prendem às inibições terrestres… Sabe que amaldade e a suspeita lhe rondam os passos, que a dor é ameaça constante; todavia, experimenta,acima de tudo, o impulso de ascensão e não mais consegue deter-se. Age constantementena esfera de que se fez peregrino, em favor do bem geral. Não encontra seduções irresistíveisnas flores da jornada. O reencontro com a Divindade, de que se reconhece venturoso herdeiro,constitui-lhe objetivo imutável e não mais descansa, na marcha, como se uma luz consumidorae ardente lhe torturasse o coração. Sem perceber, produz frutos de esperança, bondade, amor esalvação, porque jamais recua para contar os benefícios de que se fez instrumento fiel. A visãodo Pai é a preocupação obcecante que lhe vibra na alma de filho saudoso.
O Mestre silenciou por momentos e concluiu:
— Em razão disso, ainda que o discípulo guarde os pés encarcerados no lodo da Terra, o trabalho infatigável no bem, no lugar em que se encontra, é o traço indiscutível de sua elevação.
Conheceremos as árvores pelos frutos e identificaremos o operário do Céu pelos serviçosem que se exprime.
A essa altura, Pedro interferiu, perguntando:
— Senhor: que dizer, então, daqueles que conhecem os sagrados princípios da caridade enão os praticam?
Esboçou Jesus manifesta satisfação no olhar e elucidou:
— Estes, Simão, representam sementes que dormem, apesar de projetadas no seio dadivosoda terra. Guardarão consigo preciosos valores do Céu, mas jazem inúteis por muito tempo.
Estejamos, porém, convictos de que os aguaceiros e furacões passarão por elas, renovando-lhes a posição no solo, e elas germinarão, vitoriosas, um dia. Nos campos de Nosso Pai, hámilhões de almas assim, aguardando as tempestades renovadoras da experiência, para que sedirijam à glória do futuro. Auxiliemo-las com amor e prossigamos, por nossa vez, mirando afrente!
Em seguida, ante o silêncio de todos, Jesus abençoou a pequena assembléia familiar e
partiu.
Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Neio Lúcio


Quem ama nada exige.
Perdoa sem traçar condições.
Sabe sacrificar-se pela felicidade alheia.
Renuncia com alegria ao que mais deseja.
Não espera reconhecimento.
Serve sem cansaço.
Apaga-se para que outros brilhem.
Silencia as aflições, ocultando as próprias lágrimas.
Retribui o mal com o bem.
É sempre o mesmo em qualquer situação.
Vive para ser útil aos semelhantes.
Agradece a cruz que leva sobre os ombros.
Fala esclarecendo e ouve compreendendo.
Crê na Verdade e procura ser justo.
Quem ama, qual o samaritano anônimo da parábola do Mestre, levanta os caídos da estrada, balsamiza-lhes as chagas, abraça-os fraternalmente e segue adiante…
* * *
Xavier, Francisco Cândido; Baccelli, Carlos A.. Da obra: Brilhe Vossa Luz.
Ditado pelo Espírito Alexandre de Jesus.
4a edição. Araras, SP: IDE, 1987.


O amor da minha vida eu encontrei, tem nome, é de carne e osso e me ama também.
Agora, falta encontrar alguém com quem possa me relacionar.
É que o homem da minha vida não cabe em mim e eu não caibo nele.
Não bastam nossos namoros longos, os rompimentos e a teimosia de desejar mais daquilo que não há de ser.
Não presta que ele me visite para acabar com as saudades e fuja correndo de pernas bambas e com o coração acelerado no peito. Não basta que haja amor para viver um amor.
Os mistérios do homem da minha vida me perturbam, e minha clareza o ofusca.
Quando eu falo “vem”, ele entende “vai”. Enquanto ele avista o mar, eu olho para a montanha. Quando um se sente em paz, o outro quer a guerra.
Discordamos sobre o tempo, o tamanho das ondas, a cor da cadeira.
O desacerto é de lascar e não há cama que resista a tantas reconciliações… um dia a cama cai.
* Desconheço a autoria *


“E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição e não se arrependeu”. – (Apocalipse, 2:21).
Se o Apocalipse está repleto de símbolos profundos, isso não impede venhamos a examinar-lhe as expressões, compatíveis com o nosso entendimento, extraindo as lições suscetíveis de ampliar-nos o progresso espiritual.
O versículo mencionado proporciona uma idéia da longanimidade do Altíssimo, na consideração das falhas e defecções dos filhos transgressores.
Muita gente insiste pela rigidez e irrevogabilidade das determinações de origem divina, entretanto, compete-nos reconhecer que os corações inclinados a semelhante interpretação, ainda não conseguem analisar a essência sublime do amor que apaga dívidas escuras e faz nascer novo dia nos horizontes da alma.
Se entre juízes terrestres existem providências fraternas, qual seja a da liberdade sob condição, seria o tribunal celeste constituído por inteligências mais duras e inflexíveis? A Casa do pai é muito mais generosa que qualquer figuração de magnanimidade apresentada, até agora, no mundo, pelo pensamento religioso. Em seus celeiros abundantes, há empréstimos e moratórias, concessões de tempo e recursos que a mais vigorosa imaginação humana jamais calculará.
O Altíssimo fornece dádivas a todos, e , na atualidade, é aconselhável medite o homem terreno nos recursos que lhe foram concedidos pelo Céu, para arrependimento, buscando renovar-se nos rumos do bem.
Os prisioneiros da concepção de justiça implacável ignoram os poderosos auxílios do Todo-Poderoso, que se manifestam através de mil modos diferentes; contudo, os que procuram a própria iluminação pelo amor universal sabem que Deus dá sempre e que é necessário aprender a receber.
Livro: Pão Nosso
Emmanuel / Francisco Cândido Xavier


Este é o teu momento de viver intensamente a realidade da vida.
Desnecessário recordar que, agora, o teu momento presente é relevante para a aquisição dos bens inestimáveis para o Espírito eterno.
Há muito desperdício de tempo, que se aplica nas considerações do passado como em torno das ansiedades do futuro.
A tomada de consciência é um trabalho de atualidade, de valorização das horas, de realização constante.
A vida é para ser vivida agora.
Postergar experiências, significa prejuízo em crescimento na economia da vida.
Antecipar ocorrências, representa precipitação de fatos que, talvez, não sucederão, conforme agora, tomam curso.
As emoções canalizadas em relação ao passado ou ao futuro dissipam ou gastam a energia vital, que deve ser utilizada na ação do momento.
Se vives recordando o passado ou ansiando pelo futuro, perdes a contribuição do presente, praticamente nada reservando para hoje.
O momento atual é a vida, que resulta das atividades pretéritas e elabora o programa do porvir.
Encoraja-te a viver hoje, sentindo cada instante e valorizando-o mediante a consciência das bênçãos que se encontram à tua disposição.
A vida é um sublime dom de Deus.
Desse modo, agradece a Deus, o sublime legado, que é a tua vida, por Ele concedido.
Vive, jubilosamente, hoje, sejam quais forem as circunstâncias em que se te apresente a existência.
Se o instante é de aflição, resigna-te, agindo corretamente, e estarás produzindo para o futuro que te chegará com paz.
Se o momento é de gozo, recorda-te dos padecentes à tua volta e reparte alegria, ampliando o círculo de ventura.
Quem despertou para a superior finalidade da vida, vive-a, a cada momento, vivendo-a principalmente agora.
Livro: Alegria de Viver
Joanna de Ângelis / Divaldo P. Franco


Cultive teu jardim nos corações que rodeiam o teu coração, a fim de que possas viver em eterno clima de primavera…
Afasta com cuidado as urzes da incompreensão e do egoísmo, semeando as flores da bondade nas almas que se aproximarem de ti.
Não te queixes do espinheiral que cresce em torno dos teus passos…
Antes, aprende a manejar a enxada do devotamento, ao suor do trabalho que te espera em toda parte!
Não cultives, no entanto, na expectativa de imediato florescer do teu esforço…
Observa que, em a Natureza, tudo obedece a um espírito de seqüência que não te será lícito desconsiderar.
Planta as tuas flores de alegria e de esperança, entregando o seu crescimento a Deus, na estação que lhe seja propícia…
Zela para que as ervas daninhas não sufoquem o promissor canteiro de teus sonhos, mantendo-te vigilante ao longo de teus dias sobre a Terra.
Não te retrais na tarefa, diante do sol causticante da ingratidão, e nem reclames da dureza do solo que és chamado a cultivar.
Sob a chuva benfazeja da Misericórdia Divina, as flores do teu
abençoado jardim haverão, um dia, de espalhar o seu perfume sobre a Terra inteira!…
MEIMEI
(De “Irmãos do Caminho”, de Carlos A. Baccelli – Espíritos Diversos)

Quem ama nada exige.
Perdoa sem traçar condições.
Sabe sacrificar-se pela felicidade alheia.
Renuncia com alegria ao que mais deseja.
Não espera reconhecimento.
Serve sem cansaço.
Apaga-se para que outros brilhem.
Silencia as aflições, ocultando as próprias lágrimas.
Retribui o mal com o bem.
É sempre o mesmo em qualquer situação.
Vive para ser útil aos semelhantes.
Agradece a cruz que leva sobre os ombros.
Fala esclarecendo e ouve compreendendo.
Crê na Verdade e procura ser justo.
Quem ama, qual o samaritano anônimo da parábola do Mestre, levanta os caídos da estrada, balsamiza-lhes as chagas, abraça-os fraternalmente e segue adiante…
* * *
Xavier, Francisco Cândido; Baccelli, Carlos A.. Da obra: Brilhe Vossa Luz.
Ditado pelo Espírito Alexandre de Jesus.
4a edição. Araras, SP: IDE, 1987.

Conta-se que um príncipe chinês se orgulhava de sua coleção de porcelana. Era muito rara e de procedência muito antiga. Tratava-se de doze pratos, de grande beleza artística e decorativa.
Certo dia, o empregado que realizava a limpeza teve um momento de descuido e deixou cair um dos pratos, que se espatifou ao chão.
O príncipe, ao saber do sucedido, ficou enfurecido. Gritou, esbravejou e sem piedade, condenou o serviçal à morte.
A notícia se espalhou por todo o império, qual um rastilho de pólvora. Os mais variados comentários se faziam ouvir e, naturalmente, a tônica geral era a impiedade do governante.
Afinal, por mais preciosa que fosse a peça, não passava de um prato.
E o serviçal era um ser humano, servidor leal de muitos anos. Como comparar-se uma e outro?
Às vésperas da execução do condenado, no entanto, apresentou-se um sábio no palácio. Já bastante idoso, afirmou ao príncipe que devolveria a ordem à coleção.
Sensibilizado, o governante mandou reunir toda a corte e, ansioso, ficou à espera do cumprimento da promessa pelo ancião.
O sábio compareceu, simples, frente à corte. Pediu que lhe trouxessem a coleção, inclusive os pedaços do prato quebrado.
Sobre uma mesa, estendeu uma toalha de linho muito branco e em cima dela dispôs os onze pratos.
Tomou dos pedaços da porcelana e também os estendeu sobre o linho.
Depois acercou-se da mesa e ante o assombro geral, em um gesto repentino, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, jogando-as sobre o piso de mármore. Todas se arrebentaram.
Ante o pavor dos membros da corte e a ira do príncipe quase a explodir, o ancião falou sereno: “Conforme prometi, aí estão. Todos iguais. Agora, se desejais, podeis mandar matar-me.
Como estas porcelanas lhe são mais valiosas do que as vidas dos seus súditos, resolvi sacrificar minha vida a benefício daquelas.
Afinal, já vivi bastante. Sou muito idoso. Sacrifico-me em benefício dos que iriam morrer no futuro, cada vez que uma das peças fosse quebrada.
O que desejo é com minha vida salvar doze vidas, já que elas, no seu conceito, valem menos do que os pratos de porcelana.”
O príncipe, passado o choque, entendeu a mensagem. Mandou libertar o serviçal condenado e também deixou ir livre o ancião, a ambos perdoando.
Nada há mais precioso do que a vida, particularmente a vida humana.
Quando a criatura amadurece, passa a compreender que embora os bens materiais devam ser preservados para a devida utilização, deve se valorizar muito mais os bens do Espírito.
E, entre esses, a oportunidade da existência na carne é dos mais preciosos, desde que através dela, o Espírito progride, experimentando reveses, provas, ocorrências diversas e conquistas.
* * *
O Espírito nasceu para o triunfo. As dificuldades que defronta, quando encarnado, fazem parte do seu aprendizado para alcançar a meta para a qual ruma, de forma inevitável: a perfeição.
É por isso mesmo que cada etapa vencida se constitui em patrimônio que enriquece o Espírito.
Cada dia, no corpo, é uma lição de vida que nos cabe aproveitar em totalidade.
Redação do Momento Espírita com base no cap. Lições de vida, do livro Vida: desafios e soluções, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.








