Fernando Pessoa

Posted by Helena Monteiro on fev 23rd, 2009
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fev 23

Fernando Pessoa  (Lisboa, 13 de junho de 1888 – Lisboa, 30 de novembro de 1935)

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um ‘não’.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…

(Fernando Pessoa)


Coisas que a vida ensina

Posted by Helena Monteiro on fev 10th, 2009
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fev 10




Amor não se implora, não se pede não se espera…
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que  abrem portas para uma vida melhor
O amor… Ah, o amor…
O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças…
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama é muito amado.
E vive a vida mais alegremente…

Artur da Távola


ESSE ANO EU VOU MUDAR DE VIDA

Posted by Helena Monteiro on jan 1st, 2009
2009
jan 1


 (Domenisco De Masi – Nobel de Economia 2005)
 Tradução: Bruno Pimentel com adaptações.

 

 

Esse ano eu vou mudar de vida
Chega de ficar quebrando a cara com os velhos erros de sempre
Quero cometer erros novos, passar por apertos diferentes
Experimentar situações desconhecidas, sair da rotina e do lugar comum
Esse ano vai rolar outra partida
Chega de ficar olhando a porta, procurando uma saída
Ensaiando a jornada sem nunca por o pé na estrada
Esperando que me dêem o que eu tenho que conquistar
Tentando descobrir um modo totalmente seguro de mudar por medo da falta que possa me fazer as coisas que eu mais preciso perder…
Esse ano, se eu tiver que sofrer, será por dificuldades reais
Nunca mais por males imaginários,
Preocupado com coisas que jamais me acontecerão – a mim que não tenho deixado meus sonhos passarem do portão!
Chega de planejar o futuro e tropeçar no presente
De pensar demais e fazer de menos
De pensar de um jeito e fazer de outro
De me preparar tanto pra na hora “H” me arrepender
Chega de ficar sonhando, sem viver
Esse ano eu vou fazer e acontecer!
Chega de ouvir meu corpo dizer que sim e a cabeça dizer que não
Chega desses intermináveis conflitos que me fazem adiar para nunca a decisão de ser feliz, aqui e agora
Antes que minha vida resolva ir embora, sem eu
Não vou deixar mais um ano novo chegar com cara de velho
Nem outro ano passar do mesmo jeito sem jeito
 Esse ano será a minha vez, sem nenhum talvez!


BONECA DE CROCHÊ

Posted by Helena Monteiro on dez 20th, 2008
2008
dez 20

 
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos. Eles tinham compartilhado tudo um com o outro. Eles tinham conversado sobre tudo. Eles não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela. Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria. Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa. Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares. Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;
 
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava ‘Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.’
- Querida!!! – ele falou – Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! – ela disse – Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.

 
PRECE
Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido, amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo, porque se eu pedir força, Senhor, eu bato nele até matar, pois não sei fazer crochê. 


CARTA DE DESPEDIDA AO TREMA

Posted by Helena Monteiro on dez 12th, 2008
2008
dez 12

Como outros já fizeram, quero também me despedir do trema, cuja morte foi anunciada por decreto a partir de 1º de janeiro de 2009.

Não uma, mas cinqüenta e cinco vezes, quero me despedir desta acentuação antiqüíssima e usada com tanta freqüência. Fomos argüídos a respeito?

Claro que não! A ambigüidade que tínhamos para decidir se queríamos usar o trema ou não numa frase nos foi seqüestrada para sempre. Afinal, a ubiqüidade do trema nunca nos foi exigida.
Quem deve se beneficiar com esta tão inconseqüente medida? Creio que tão somente os alcagüetes, os delinqüentes e os sangüinários, justamente aqueles que não estão eqüidistantes, como nós, dos valores eqüiláteros da Sociedade.
Vocês já se argüiram sobre as conseqüências do fim do trema para os pingüins, os sagüis e os eqüestres? Estes perderão uma identidade conquistada desde a antigüidade.

E o que dizer do nosso herói Anhangüera, que vivia tranqüilo com o seu nome indígena? Com a liqüidação do trema, a pronúncia do seu nome não será mais exeqüível.
Os nossos papos de chopp nunca mais serão os mesmos, pois a tão freqüente lingüicinha acebolada vai desagüar num sangüíneo esquecimento.

O que vai acontecer com o grão de bico com gergilim, agora sem o liqüidificador para prepará-lo

Ah, meu Deus! Tenha piedade de nós! Nunca mais poderemos escrever que “a última enxagüada é a que fica”!
Não sei se vou agüentar a perda da eloqüência, em termos de estilo literário, que o trema trazia à Última Flor do Lácio.

É preciso que averigüemos se haverá seqüelas futuras! E para onde vai a grandiloqüência dos lingüistas?

Haja ungüento para suportar tamanha dor!

O que podemos esperar em seqüência? Será que não se poderia esperar mais um qüinqüênio para que fossem melhor avaliados os líqüidos benefícios desta mudança?
Portanto, pela qüinqüagésima vez, a minha voz exangüe se une à dos bilíngües e trilíngües como eu, cuja consangüinidade lingüística e contigüidade sintática se revolta ante tamanha iniqüidade.

Pedir que nos apazigüemos, para mim é inexeqüível, pois falta-nos tranqüilidade diante de tamanha delinqüência gramatical.
Portanto é com dor no coração que lhe dou este meu adeus desmilingüido.
Adeus, meu trema querido! Mas pelo menos uma coisa me apazigüa, pois quando a saudade bater, sei que vou poder revê-lo quando estiver lendo alguma coisa em alemão.

 

Desconheço a autoria.


3 FRASES PERFEITAS PARA VC!

Posted by Helena Monteiro on Nov 14th, 2008
2008
Nov 14

Concentre-se nas frases abaixo:

1) Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez.
 
2) Quando Deus tira algo de você, Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor’.
 
3) A Vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não possa protegê-lo’.
 
Algo de bom vai acontecer com você ainda hoje se tiver pensamentos positivos! Algo que você vem esperando acontecer…Mentalize e acredite! Esta é uma ‘corrente de intenções’ e é necessário não interrompê-la.
 
Envie para os seus verdadeiros amigos… APENAS FAÇA ISSO, para que eles tenham a chance de ordenar os pensamentos positivos pelo menos por hoje!


O BARULHO DA CARROÇA

Posted by Helena Monteiro on set 21st, 2008
2008
set 21

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia…
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz!

Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotência, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir o meu pai dizendo:

…Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!

Nota: recebi esse email da Ranne.


AS BORBOLETAS

Posted by Helena Monteiro on set 19th, 2008
2008
set 19

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“… Muitas vezes, passamos um longo tempo de nossas vidas correndo desesperadamente atrás de algo que desejamos, seja um amor, um emprego, uma amizade, uma casa, etc…
Muitas vezes, a vida usa símbolos, acontecimentos que são sinais para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que desejamos, precisamos aprender algo importante, precisamos estar prontos e maduros para viver determinadas situações.
Se isso está acontecendo na sua vida, pare e reflita sobre a seguinte frase:
“Não corra atrás das borboletas. Cuide do seu jardim e elas virão até você!”
Devemos compreender que a vida segue seu fluxo e que esse fluxo é perfeito.
Tudo acontece no seu devido tempo.
Nós, seres humanos, é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo “empurrar o rio”.
O rio vai sozinho, obedecendo o ritmo da natureza.
Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão.
Mas se dedicarmos a cuidar do nosso jardim, a transformar o nosso espaço (a nossa vida) num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável… as borboletas virão até nós!
Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá…!

(Autor Desconhecido)


A DIFÍCIL ARTE DE DIZER NÃO AOS FILHOS

Posted by Helena Monteiro on set 15th, 2008
2008
set 15

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Você costuma dizer “não” aos seus filhos?

Considera fácil negar alguma coisa a essas criaturinhas encantadoras e de rostos angelicais que pedem com tanta doçura?

Uma conhecida educadora do nosso País alerta que não é fácil dizer não aos filhos, principalmente quando temos os recursos para atendê-los.

Afinal, nos perguntamos, o que representa um carrinho a mais, um brinquedo novo se temos dinheiro necessário para comprar o que querem?
Por que não satisfaze-los?

Se podemos sair de casa escondidos para evitar que chorem, por que provocar lágrimas?

Se lhe dá tanto prazer comer todos os bombons da caixa, por que faze-lo pensar nos outros?

E, além do mais, é tão fácil e mais agradável sermos “bonzinhos”…

O problema é que ser pai é muito mais que apenas ser “bonzinho” com os filhos. Ser pai é ter uma função e responsabilidade sociais perante os filhos e perante a sociedade em que vivemos.

Portanto, quando decidimos negar um carrinho a um filho, mesmo podendo comprar, ou sofrendo por lhe dizer “não”, porque ele já tem outros dez ou vinte, estamos ensinando-o que existe um limite para o ter.
Estamos, indiretamente, valorizando o ser.

Mas quando atendemos a todos os pedidos, estamos dando lições de dominação, colaborando para que a criança aprenda, com nosso próprio exemplo, o que queremos que ela seja na vida: uma pessoa que não
aceita limites e que não respeita o outro enquanto indivíduo.

Temos que convir que, para ter tudo na vida, quando adulto, ele fatalmente terá que ser extremamente competitivo e provavelmente com muita “flexibilidade” ética, para não dizer desonesto.

Caso contrário, como conseguir tudo? Como aceitar qualquer derrota, qualquer “não” se nunca lhe fizeram crer que isso é possível e até normal?

Não se defende a idéia de que se crie um ser acomodado sem ambições e derrotista. De forma alguma. É o equilíbrio que precisa existir: o reconhecimento realista de que, na vida às vezes se ganha, e, em outras, se perde.

Para fazer com que um indivíduo seja um lutador, um ganhador, é preciso que desde logo ele aprenda a lutar pelo que deseja sim, mas com suas próprias armas e recursos, e não fazendo-o acreditar que alguém lhe dará tudo, sempre, e de “mão beijada”.

Satisfazer as necessidades dos filhos é uma obrigação dos pais, mas é preciso distinguir claramente o que são necessidades do que é apenas consumismo caprichoso.

Estabelecer limites para os filhos, é necessário e saudável.

Nunca se ouviu falar que crianças tenham adoecido porque lhes foi negado um brinquedo novo ou outra coisa qualquer.
Mas já se teve notícias de pequenos delinqüentes que se tornaram agressivos quando ouviram o primeiro não, fora de casa.
Por essa razão, se você ama seu filho, vale a pena pensar na importância de aprender a difícil arte de dizer não.
Vale a pena pensar na importância de educar e preparar os filhos para enfrentar tempos difíceis, mesmo que eles nunca cheguem.

***

O esforço pela educação não pode ser desconsiderado.

Todos temos responsabilidades no contexto da vida, nas realizações humanas, nas atividades sociais, membros que somos da família universal.

(Do livro “Repositório de Sabedoria” vol I, Educação)


Nossa Posição no Mundo

Posted by Helena Monteiro on set 7th, 2008
2008
set 7

Ninguém se encontra, sempre, neste mundo, no posto exato de maior rendimento em relação as suas qualidades. A maior parte das energias se desperdiça nos atritos da luta, razão pela qual o que interessa não é a utilização imediata da capacidade adquirida, mas a criação e a aquisição de novas qualidades, através de novas experiências Se olharmos mais profundamente, encontrar-nos-emos no melhor posto, no de melhor rendimento diante do futuro. A verdadeira construção não está mais no efêmero triunfo dos resultados exteriores, senão em nossa alma, como qualidade adquirida e como produto eterno.

(Pietro Ubaldi – Fragmentos de Pensamento e de Paixão)


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