Archive for the ‘Mensagens’ Category

Corremos de um lado para o outro
esperando descobrir a chave da felicidade…
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num
passe de mágica.
Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes
e outros fogem para casa para serem felizes…
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam
para serem felizes…
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes…
Uma busca infinda. Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. E jamais está à venda .
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir.
Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar,
alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você,
e deve ser repartida.
Repartir alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros:
sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo.
Na incerteza do amanhã…
Aproveite o hoje para ser feliz!

Na Índia se ensina as « Quatro Leis da Espiritualidade »
A Primeira Lei diz:
« A pessoa que chega é a pessoa certa »
Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para possamos aprender e evoluir em cada situação.
A Segunda Lei diz:
« O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido. »
Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante! Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente…". Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.
A Terceira Lei diz:
« Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo. »
Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!
A Quarta e Última Lei diz:
« Quando algo termina, termina! »
Simplesmente assim! Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!
Creio que não é por acaso que você está lendo isto. Se este texto chega até nós hoje é porque estamos preparados para entender que nenhum grão de areia, em momento algum, cai em lugar errado!!!


Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realiza-los
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encontrar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fases douradas em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.


Um regato, vindo de sua fonte nas longínquas
montanhas, passando por todos os tipos e
espécies de regiões,finalmente alcançou
as areias do deserto.
Da mesma forma como atravessou todas as
outras barreiras, tentou atravessar esta
também, mas se deu conta de que ao entrar em
contato com a areia, suas águas desapareciam.
Estava convencido, contudo, que seu destino
era atravessar este deserto, mas não havia como.
Uma voz oculta, vinda do próprio deserto, sussurrou:
“O vento atravessa o deserto, e da mesma
maneira o regato pode fazê-lo”.
O regato objetou que estava investindo contra
a areia,e tudo que obtinha era ser absorvido;
que vento podia voar e por isso podia
atravessar um deserto.
“Você não pode atravessar abrindo caminho
de sua maneira costumeira,
você ou desaparecerá ou se tornará um pântano.
Você precisa permitir que o vento o carregue a
seu destino.”
“Mas como isso pode acontecer? ”
“Permitindo-se ser absorvido pelo vento”.
Esta idéia não era aceitável para o regato.
Afinal de contas, ele jamais fora absorvido antes.
Ele não queria perder sua individualidade,
e uma vez perdida, como saber se ela
poderia um dia ser readquirida?
“O vento”, disse a areia, “executa esta função.
Ele ergue a água, carrega-a sobre o deserto
e então a deixa cair novamente.
Caindo como chuva, a água de novo se torna um rio. ”
“Como posso saber que isso é verdade? ”
“É assim, e se não acreditar,
você não poderá passar de um lamaçal,
e mesmo isso poderia levar muitos e muitos anos;
e certamente um lamaçal não é o mesmo que um regato.
“Mas não posso permanecer o mesmo regato que sou hoje? ”
“Em nenhum dos casos você pode
permanecer assim – disse o sussurro – Sua parte essencial
é levada para longe e novamente formará um regato.
Você se chama pelo que você é hoje porque
não conhece qual é sua parte essencial”.
Quando ele ouviu isso, certos ecos começaram a surgir
em seus pensamentos. Vagamente, se lembrou de um
estado no qual ele – ou seria uma parte dele?
- foi erguido nos braços de um vento.
Lembrou-se também – será mesmo? – que esta era a
coisa real, mas necessariamente o óbvio a ser feito.
E o regato ergueu seu vapor, nos receptivos
braços do vento, que gentil e facilmente o
transportaram para cima e adiante,
deixando-o cair suavemente tão logo
eles alcançaram o topo de uma montanha,
muitos quilômetros além.
E porque teve suas dúvidas, o regato foi capaz
de lembrar e gravar mais fortemente em
sua mente os detalhes da experiência.
Ele refletiu:
“Sim, agora descobri minha verdadeira identidade”.
O regato estava aprendendo, mas as areias sussurraram:
“Sabemos, pois vemos isto acontecer todos
os dias; nós, as areias, nos estendemos
da margem do rio até a montanha”.
E é por isso que se diz estar escrito nas areias
o caminho pelo qual o curso da vida deve
continuar sua jornada…


Você já reparou o quanto as pessoas falam dos outros? Falam de tudo.
Da moral, do comportamento, dos sentimentos, das reações, dos medos, das imperfeições, dos erros, das criancices, ranzinzices, chatices, mesmices, grandezas, feitos, espantos.
Sobretudo falam do comportamento.
E falam porque supõem saber.
Mas não sabem.Porque jamais foram capazes de sentir como o outro sente.
Se sentissem não falariam.
Só pode falar da dor de perder um filho, um pai que já perdeu, ou a mãe já ferida por tal amputação de vida.
Dou esse exemplo extremo porque ele ilustra melhor.
As pessoas falam da reação das outras e do comportamento delas quase sempre sem jamais terem sentido o que elas sentiram.
Mas sentir o que o outro sente não significa sentir por ele.
Isso é masoquismo.
Significa perceber o que ele sente e ser suficientemente forte para ajudá-lo exatamente pela capacidade de não se contaminar com o que o machucou.
Se nos deixarmos contaminar (fecundar?) pelo sentimento que o outro está sentindo, como teremos forças para ajudá-lo?
Só quem já foi capaz de sentir os muitos sentimentos do mundo é capaz de saber algo sobre as outras pessoas e aceitá-las, com tolerância.
Sentir os muitos sentimentos do mundo não é ser uma caixa de sofrimentos.
Isso é ser infeliz.
Sentir os muitos sentimentos do mundo é abrir-se a qualquer forma de sentimento.
É analisá-los interiormente, deixar todos os sentimentos de que somos dotados fluir sem barreiras, sem medos, os maus, os bons, os pérfidos, os sórdidos, os baixos, os elevados, os mais puros, os melhores, os santos.
Só quem deixou fluir sem barreiras, medos e defesas todos os próprios sentimentos, pode sabê-los, de senti-los no próximo.
Espere florescer a árvore do próprio sentimento.
Vivendo, aceitando as podas da realidade e se possível fecundando.
A verdade é que só sabemos o que já sentimos.
Podemos intuir, perceber, atinar; podemos até, conhecer. Mas saber jamais.
Só se sabe aquilo que já se sentiu.


Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta para os amigos, filhos…
Netos, para os vizinhos…
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias,
mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela e reconhecer nela o seu lugar.


Esta é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio “milho-crescido”.
Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio.
Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.
– Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano? – perguntou o repórter.
– Por quê? – disse o fazendeiro — Você não sabe? O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho. Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivarem milho bom.
Ele era atento às conectividades da vida.
O milho dele não podia melhorar, a menos que o milho do vizinho também melhorasse.
Assim é também em outras dimensões.
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.
Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.
E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
A lição para cada um de nós, se intentarmos cultivar o milho bom, é que teremos que ajudar nossos vizinhos a cultivarem o mesmo milho bom.

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Cada um de nós vive coisas de maneiras diferentes, ou em épocas diferentes e mesmo se tudo parece sempre igual, cada um de nós tem a sua parcela de vida que lhe é própria.
Se eu pudesse apagar alguns períodos de 2010, o faria com todas as minhas forças e se tivesse que guardar outros momentos, os deixaria no cantinho mais precioso do meu coração. Mas isso eu posso fazer e o faço, de maneira que parte do meu coração manteve-se aquecido enquanto fazia muito frio do lado de fora.
A dor é imensa quando alguma coisa toca à carne da nossa carne e o sentimento de impotência nos faz sentar no banco da humildade e tirar lições da vida. Em alguns momentos pensamos em desistir, mas são só segundos, pois o amor que nos guia também nos fortalece e nos faz olhar para a frente à espera de um novo amanhecer.
A presença de vocês no meu caminho foi indispensável à minha força e o presente que me deram com o site me fez ver o quanto existe ainda de bom nesse vasto universo. O mundo é bom e continua um lugar bom de se viver porque ainda existem corações que não desesperam, pessoas que, apesar de tudo, dão passos sempre à frente e sabem se unir com o coração para fazer o bem.
Obrigada, do fundo do meu coração, pelo bem, pelas suas orações que reúnem anjos e me protegem de certas ciladas.
Tenham paz, tenham calma em momentos difíceis, forças quando precisarem caminhar com pés nús em lugares desconhecidos… aproveitem da companhia dos seus, guardem dentro dos seus corações momentos que podem ser únicos ou últimos… tenham a fé como coroa e o amor de Deus como a primeira e mais preciosa de todas as coisas!
Um maravilhoso 2011 a todos e até breve, se assim Deus permitir!
Com muito amor e coração agradecido, deixo aqui o meu mais forte e caloroso abraço!
* Letícia Thompson *


Sabe por que Papai Noel não existe?
Porque é homem.
Dá para acreditar que um homem vai se preocupar em escolher o presente de cada pessoa da família, ele que nem compra as próprias meias?
Quem vai carregar nas costas um saco pesadíssimo, ele que reclama até para colocar o lixo no corredor?
Quem toparia usar vermelho dos pés à cabeça, ele que só abandonou o marrom depois que conheceu o azul-marinho?
Quem andaria num trenó puxado por renas, sem ar-condicionado, direção hidráulica e air-bag?
Quem pagaria o mico de descer por uma chaminé para receber em troca o sorriso das criancinhas?
Ele não faria isso nem pelo sorriso da Luana Piovani!
Mamãe Noel, sim, existe!
Quem é a melhor amiga do Molocoton, quem sabe a diferença entre a Mulan e a Esmeralda, quem conhece o nome de todas as Chiquititas, quem merecia ser sócia majoritária da Superfestas?
Não é o bom velhinho…
Quem coloca guirlandas nas portas, velas perfumadas nos castiçais, arranjos e flores vermelhas pela casa? Quem monta a árvore de Natal, harmonizando bolas, anjos, fitas e luzinhas, e deixando tudo combinando com o sofá e os tapetes?
E quem desmonta essa parafernália toda no dia 6 de janeiro?
Papai Noel ainda está de ressaca no Dia de Reis.
Quem enche a geladeira de cerveja, coca-cola e champanhe?
Quem providencia o peru, o arroz à grega, o sarrabulho, as castanhas, o musse de atum, as lentilhas, os guardanapinhos decorados, os cálices lavadinhos, a toalha bem passada e ainda lembra de deixar algum disco meloso à mão?
Quem lembra de dar uma lembrancinha para o zelador, o porteiro, o carteiro, o entregador de jornal, o cabeleireiro, a diarista?
Quem compra o presente do amigo secreto do escritório do Papai Noel?
Deveria ser o próprio, tão magnânimo, mas ele não tem tempo para essas coisas.
Anda muito requisitado como garoto-propaganda.
Enquanto Papai Noel distribui beijos e pirulitos, bem acomodado em seu trono no shopping, quem entra em todas as lojas, pesquisa todos os preços, carrega sacolas, confere listas, lembra da sogra, do sogro, dos cunhados, dos irmãos entra no cheque especial, deixa o carro no sol e chega em casa sofrendo porque comprou os mesmos presentes do ano passado?
Por trás do protagonista desse mega evento chamado Natal existe alguém em quem todos deveriam acreditar mais.
Chama-se: Mamãe Noel!

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